sábado, 1 de maio de 2010
Motivação e felicidade no trabalho
Cientistas calculam que 50% da felicidade de uma pessoa são determinados pela genética, 10% pelas circunstâncias de vida e 40% por pensamentos e ações. Uma empresa não tem como interferir na genética, mas pode ajudar nestes 10% - embora haja outras questões e pessoas envolvidas, nas quais a organização não tem nenhuma influência.
Talvez uma corporação possa proporcionar a oportunidade de bons pensamentos e ações - os outros 40% -, mas não tem como gerir e controlar este processo.
Não há como atribuir a uma empresa a responsabilidade pela felicidade de alguém - esta é uma conquista individual. Mas uma companhia é feita de pessoas. Portanto, quanto mais profissionais felizes trabalharem nela, melhor será o seu clima organizacional. A conclusão, bastante óbvia, é cercada de mal entendidos.
É preciso lembrar que as pessoas continuam atribuindo à organização a responsabilidade pela sua motivação e disposição. A frase "esta empresa não me motiva" é muito comum. Outro equívoco é que, como entidade abstrata, a organização depende dos seus líderes para construir e manter o seu grau de felicidade - e é neles que tudo começa ou deveria começar.
Não faltam companhias preocupadas em motivar o seu público interno praticando comunicação interna de massa, com uma mesma mensagem para todos. As campanhas motivacionais normalmente são voltadas para a base da pirâmide e, por serem de massa, atingem também as chefias intermediárias, mas não são direcionadas a elas. São ações que comumente não motivam ninguém. As mensagens não conseguem mostrar que a felicidade pode estar dentro de cada um e não na empresa.
Se 10% da felicidade é determinada por circunstâncias de vida, e o trabalho é uma delas, certamente um bom nível de informação sobre objetivos, estratégias e resultados da empresa tornará a pessoa mais próxima e, consequentemente, melhor alinhada a tudo o que se refere a ela. Isso, sem dúvida alguma, fará a pessoa mais feliz no ambiente de trabalho. Então, vamos dizer que, com isso, ganhamos pelo menos 5% de felicidade.
Se 40% da felicidade é determinada por pensamentos e ações, quanto mais informações a organização disponibilizar, melhores serão os pensamentos em relação a ela, como também as ações. Porque a informação bem trabalhada gera segurança, e as pessoas somente têm coragem para agir em favor da empresa quando se sentem seguras daquilo que fazem e do que podem fazer.
A vida é formada por tantos aspectos, uma mesma pessoa desempenha tantos papéis, que se torna impossível atribuir a uma empresa a responsabilidade de motivá-la. Por isso, a necessidade de manter o foco na informação clara e transparente, que gere valor e faça os colaboradores se sentirem importantes. Esta é, sem dúvida, a maior arma para contribuir com a felicidade do público interno: só ela pode trazer o bem-estar, a harmonia e a segurança que todos buscam.
A palavra motivação vem do Latin “motivus”,relativo a movimento, coisa móvel. Vemos que a palavra motivação, dada a origem, significa movimento. Quem motiva uma pessoa, isto é, quem lhe causa motivação, provoca nela um novo ânimo, e ela começa a agir em busca de novos horizontes, de novas conquistas.
Para tudo que se faz, seja no trabalho, em casa, na escola é preciso de uma “força”, uma “energia” para realizar tarefas.
A motivação origina-se em alguns casos de mecanismos de homeostase do corpo humano, destinados a regular o equilíbrio do meio interno; aqui se incluem o calor, a fome, o frio, a sede. São alguns ajustes fisiológicos indispensáveis a vida. Outra motivação encontra-se ligada à sobrevivência da espécie, como é o caso do sexo.
Teoria de Maslow estabeleceu a conhecida hierarquia de necessidades básicas, ilustrada na forma de pirâmide:
1.Fisiológica – Sobrevivência, alimentação,vestuário;
2.De segurança – Proteção, estabilidade no emprego;
3.Social – Aceitação, amizade, sentimento de pertencer;
4.Estima – Auto confiança, auto realização, criatividade, auto desenvolvimento flutuante e complexo.
Como em uma empresa é prioridade o trabalho em grupo (é daí que surgem as organizações),as pessoas se unem para alcançar um objetivo comum dentro da empresa. Cada qual com suas características e limitações buscam ampliar seus conhecimentos e cooperar entre si para o progresso da empresa, precisam alcançar simultaneamente os objetivos organizacionais e os seus objetivos pessoais para satisfazerem. A eoria da
expectativa sustenta que o individuo motiva-se mais facilmente quando acredita na recompensa decorrente do esforço. A probabilidade de êxito também se associa ao valor percebido da recompensa (o individuo aposta mais quando percebe um ganho maior). Existe, portanto, uma combinação entre percepção das pessoas e conteúdos relacionados com suas experiências interiores.
O conceito de justiça também tem relação com equidade, expressa, por exemplo, na idéia popularizada de remunerações iguais para trabalhos iguais, a qual desconsidera a produtividade, indispensável à administração eficaz, e o conceito de qualidade do ponto de vista do cliente.
Deste modo à pessoa que se sente injustiçada estará desmotivada, ocorrendo um enfraquecimento na produção ou na cooperação entre os funcionários.
A motivação é uma força interior propulsora, de importância decisiva no desenvolvimento do ser humano. Assim como na aprendizagem em geral, o ato de se aprender algo é ativo e não passivo.
A origem da motivação é sempre o desejo de se satisfazer necessidades. O ser humano é
um animal social por natureza e, como tal, tem uma necessidade absoluta de se relacionar com os outros de seu ambiente
Executivos e chefes gostariam de ver seus funcionários motivados e integrados com os
objetivos da empresa de forma a atingir o máximo de produtividade. Os indivíduos se tornam um meio para a busca dos fins definidos pela organização devido ao uso de padrões organizacionais de motivação.
Fontes: http://rh.com.br/, http://www.ibmex.com.br/artigos/Motivacao_no_trabalho.pdf
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